sexta-feira, 16 de abril de 2010

Fracasso TOTAL

Chegou o momento de relatar uma desventura.
Hoje, me esqueci de trazer a santa marmita que me alimenta. Tive de ir comer na rua.
Perguntei aos meus colegas de trabalho (comensais) onde deveríamos ir. Depois de muita discussão, acabamos por decidir (não vou colocar a culpa em cima de uma só criatura) ir ao Restaurante Caçador (reparou o naipe do site?).
A experiência foi pééééssima do início ao fim. O pedido: picanha a carreteiro. Vou colocar em tópicos, para ser mais objetivo:
  1. O restaurante já começou mal por não ter ninguém para receber os clientes recém-chegados. Tivemos de ficar procurando por alguma alma caridosa com a boa vontade de nos arrumar uma mesa.
    Uma pobre mulher foi literalmente expulsa de uma mesa de quatro lugares que nos acomodássemos. Se não fosse minha fome alimentando minha hostilidade, nem concordaria com tal disparate).
    Ah, o restaurante também não tem ar-condicionado. Hoje, curiosamente, não está um dia típico de outono. A temperatura lá fora deve estar rondando os 35º C.
  2. Fizemos o pedido. Uma "picanha a carreteiro" com a carne bem passada. A todo momento, tínhamos de lembrar o garçom de coisas um pouco óbvias (por exemplo, se quatro vão comer, precisaremos de quatro pratos e não três...).
  3. Depois de uma certa demora (perdoável), chegou o prato. O Luís foi pegar uma fatia da picanha (muito bonita, por sinal) e de repente: "Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu". Todos nos assustamos. Mais uma investida com o garfo e mais um mugido.
    Pedimos ao garçom para retornar o prato (eu sei que o retorno é sempre precedido por um "batismo"... eu sei). Depois de uns 5 minutos, ele retorna com a picanha – na verdade, metade dela. Cá pra nós: por mais que a carne reduza de tamanho ao ser assada, ela não se reduz a 1/3 do tamanho anterior.
  4. Nos resignamos e comemos até o fim, já que somos calhordas mesmo.
  5. Pedimos a conta e as máquinas da Visa e da Mastercard. Só chegou a conta. Quando pedimos novamente as maquinetas, a resposta que tivemos foi a seguinte:
    "Ah, aqui, vocês tem de ir ao caixa pagar." (a redação é de minha autoria. O português não era dos mais afiados).

  6. Chegamos ao caixa e informei que iríamos pagar a conta de R$77,40 (barata, pelo menos) sem gorjeta. Neste momento, curiosamente, a caixa se interessou pela contenda e fez algumas perguntas às que tivemos prazer em responder. Qual foi a atitude dela? Foi até o gerente e mandou acariciar o garçom que nos atendeu na base da escova de aço (a culpa realmente era do garçom???).
Resumo da ópera: não volto mais neste restaurante bizarro (este é um termo bem aplicável para o evento).
Nota??? Prefiro não comentar by Copélia.
Eu e Renata ainda nos dispusemos a ir ao Alecrim, ali pertinho, arriscar se encontrávamos uma torta de amêndoas espetacular como nenhuma outra. Não tinha :(. Ficamos na base do picolé de coco Itália de que, cá entre, eu gosto fácil.

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